Agronegócio do Cavalo
De acordo com estudo realizados pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o segmento do agronegócio do cavalo no Brasil movimenta R$ 7,5 bilhões por ano e gera cerca de 3,2 milhões de empregos diretos e indiretos.
Além disso, a receita com as exportações dos cavalos brasileiros vivos cresceu 769% entre 1996 e 2005.
O Brasil possui o terceiro maior rebanho equideos do mundo, com 5,9 milhões de cabeças, perdendo apenas para o México e China. Na região Sudeste encontram-se cerca de 26,6% do rebanho de equideos brasileiro, onde o Estado de Minas Gerais possui destaque por ter um plantel estimado em 860 mil animais, sendo o estado que possui o maior rebanho, seguido dos Estados da Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Em 2009 e 2010, pudermos notar um aquecimento no setor do agronegócio do Cavalo, pelo números de ofertas e vendas, pelo bom trabalho realizado pelas Associações de Criadores das diversas raças nacionais, tornou-se altamente valorizado e pela comercialização em leilões ou diretamente nos haras e exposições que, muitas vezes, funcionam como porta de entrada para novos criadores e proprietários.
Em virtude da evidencia do segmento e dos promissores negócios, sem contar os prazeres proporcionados pela criação de cavalos. Paralelamente, ao cavalo a agroindutria atrelada ao segmento também passa por transformação e crescimento como também acontece com a profissionalização e a qualificação da mão de obra.
O cavalo a muito deixou de ser visto como hobby e passou a ser negócio que tem dado bons resultados a quem se dedica ao Cavalo.
Equipe Cavalo